quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os Signos do Zodíaco

Os signos são doze sinais no céu, nos quais a alma se abastece. Você não tem apenas um signo: todos os doze signos estão em seu mapa astral, independente do dia em que você nasceu. Cada um deles fornece um conceito para a sua vida prática (simbolizados pelas casas) e para os planos da sua psique, representados pelos planetas. Confira o significado de cada signo e entenda o recado que cada um deles envia para a sua vida.


Áries 
Casa natural:
casa I 

Elemento:
fogo 

Regente:
Marte

Áries é o primeiro impulso na qual a sua alma se alimenta para seguir e percorrer a estrada da vida. Signo do elemento Fogo, representa o heroísmo, a aventura e a coragem que você precisa ter para abastecer o seu carro e dar a largada para a vitória.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "arianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Áries no céu. Quando você diz "sou ariano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Áries. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Áries e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Áries, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Áries acontece aproximadamente entre os dias 21 de março a 20 de abril, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Peixes para Áries ou de Áries para Touro) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.

Touro 
Casa natural:
casa II 

Elemento:
terra 

Regente:
Vênus

Touro lhe dá a possibilidade de compreender o quanto de determinação, paciência e perseverança são necessárias para que você percorra os seus caminhos.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "taurinas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Touro no céu. Quando você diz "sou taurino", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Touro. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Touro e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Touro, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Touro acontece aproximadamente entre os dias 21 de abril a 20 de maio, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Áries para Touro ou de Touro para Gêmeos) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou



Gêmeos 
Casa natural:
casa III 

Elemento:
ar 

Regente:
Mercúrio

Em Gêmeos, todos os opostos, até mesmo aqueles que convivem dentro de você, dão-se as mãos e complementam-se. O terceiro signo do Zodíaco transmite o conceito da Amizade e mostra o quanto é possível unir o que está dividido no mundo.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "Geminianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Gêmeos no céu. Quando você diz "sou Geminiano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Gêmeos. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Gêmeos e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Gêmeos, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Gêmeos acontece aproximadamente entre os dias 21 de maio a 20 de junho, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Touro para Gêmeos ou de Gêmeos para Câncer) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.


Câncer 
Casa natural:
casa IV 

Elemento:
água 

Regente:
Lua

Câncer envia para você o conceito da memória: todos os fragmentos do passado constituem a sua vida, como ela é hoje, e você precisa recolhê-los para compreender a si mesmo. Não basta lembrar do seu próprio passado, mas também recorrer à memória da Humanidade, tão fragmentada e esmagada sob nossos pés apressados.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "cancerianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Câncer no céu. Quando você diz "sou canceriano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Câncer. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Câncer e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Câncer, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Câncer acontece aproximadamente entre os dias 21 de junho a 20 de julho, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Gêmeos para Câncer ou de Câncer para Leão) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.

Leão 
Casa natural:
casa V 

Elemento:
fogo 

Regente:
Sol

Em Leão, você pode aprender a centralizar suas energias e extrair o verdadeiro brilho que existe nas coisas e dentro de si mesmo.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "leoninas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Leão no céu. Quando você diz "sou leonino", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Leão. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Leão e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Leão, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Leão acontece aproximadamente entre os dias 21 de julho a 20 de agosto, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Câncer para Leão ou de Leão para Virgem) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.

Virgem 
Casa natural:
casa VI 

Elemento:
terra 

Regente:
Mercúrio. Alguns astrólogos consideram Ceres a regente de Virgem.

A simplicidade que você precisa ter diante da vida é um dos recados que Virgem passa para você. Sem o conceito da Paz e da Pureza, transmitidos pelo sexto signo do Zodíaco, a vida seria impossível aqui na terra.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "virginianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Virgem no céu. Quando você diz "sou virginiano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Virgem. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Virgem e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Virgem, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Virgem acontece aproximadamente entre os dias 21 de agosto a 20 de setembro, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Leào para Virgem ou de Virgem para Libra) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.
Libra 
Casa natural:
casa VII 

Elemento:
ar 

Regente:
Vênus. Alguns astrólogos consideram Pallas a regente de Libra.

Libra transmite a você os conceitos da proporção e da justiça. A noção e compreensão do equilíbrio, próprias do sétimo signo zodiacal, é fundamental para que as pessoas e o mundo permaneçam caminhando. 

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "librianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Libra no céu. Quando você diz "sou libriano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Libra. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Libra e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Libra, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Libra acontece aproximadamente entre os dias 21 de setembro a 20 de outubro, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Virgem para Libra ou de Libra para Escorpião) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.
Escorpião 
Casa natural:
casa VIII 

Elemento:
água 

Regente:
Plutão

Sempre precisamos da "morte" para renascermos diante de uma nova realidade. Escorpião é ir além das aparências, é transformar e regenerar todas as coisas.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "escorpianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Escorpião no céu. Quando você diz "sou escorpiano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Escorpião. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Escorpião e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Escorpião, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Escorpião acontece aproximadamente entre os dias 21 de outubro a 20 de novembro, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Libra para Escorpião ou de Escorpião para Sagitário) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.
Sagitário 
Casa natural:
casa IX 

Elemento:
fogo 

Regente:
Júpiter

Não basta só utilizar a razão, temos que buscar atingir cada vez metas mais elevadas, através da sabedoria. Sagitário é esta transcendência, é elevar-se rumo à Verdade.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "sagitarianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Sagitário no céu. Quando você diz "sou sagitariano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Sagitário. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Sagitário e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Sagitário, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Sagitário acontece aproximadamente entre os dias 21 de novembro a 20 de dezembro, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Escorpião para Sagitário ou de Sagitário para Capricórnio) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.
Capricórnio 
Casa natural:
casa X 

Elemento:
terra 

Regente:
Saturno

Capricórnio simboliza o Todo, a Sedimentação, a plenitude e a altura da natureza. Recolher o simbolismo de Capricórnio é perceber o grande potencial que temos de alcançar o topo de nós mesmos.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "capricornianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Capricórnio no céu. Quando você diz "sou capricorniano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Capricórnio. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Capricórnio e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Capricórnio, escolha uma das opções abaixo.

O período que o sol passa por Capricónio acontece aproximadamente entre os dias 21 de dezembro a 20 de janeiro, mas se você nasceu nos dias de transição entre os signos (ou de Sagitário para Capricórnio ou de Capricórnio para Aquário) é bom que calcule o seu mapa e verifique em que signo o Sol realmente está, ele pode ser diferente do que você sempre pensou.

Aquário 
Casa natural:
casa XI 

Elemento:
ar 

Regente:
Urano

Aquário é o vôo que podemos levantar rumo à Perfeição e ao entendimento de que somos feitos à imagem e semelhança do Princípio e que a ele devemos "imitar".

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "aquarianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Aquário no céu. Quando você diz "sou aquariano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Aquário. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Aquário e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Aquário, escolha uma das opções

Peixes 
Casa natural:
casa XII 

Elemento:
água 

Regente:
Netuno

Peixes abre as portas para que possamos contemplar o universo e sentir o quanto somos parte dele. Nele, encontramos a dissolvência e o desapego dos desejos egoístas que causam turbulência em nossos corações. Peixes é Fé, é a certeza no Sagrado, uma fé que supera a dualidade das emoções e, simplesmente, compreende.

Sabe por que as pessoas que nasceram entre este período se dizem "piscianas"? Porque durante esta época do ano, o Sol está passando pelo signo de Peixes no céu. Quando você diz "sou aquariano", está dizendo, com outras palavras, que tem o Sol no signo de Peixes. Mas mesmo aqueles que não nasceram entre estes dias, têm Peixes e todos os outros signos em seu mapa astrológico. Se você quer entender melhor como isto funciona, clique aqui. Se quer saber mais sobre Peixes, escolha uma das opções abaixo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Um paralelismo entre Einstein e a teoria ufológica


A história conta a respeito de um físico alemão que, após muito esforço e perseverança, desembocou em uma teoria, chamada "da relatividade". O que tinha de grandiosa?

Em primeiro lugar, sua singeleza, só dois postulados eram os alicerces que suportavam seu peso e isso não era efeito da mera casualidade, um dos objetivos deste grande cientista era reavaliar constantemente suposições científicas tradicionais e obter conclusões simples. 

Modéstia não implicava pouca profundidade, senão ao contrário, já que sua proposta modificava a interpretação do universo vigente até esse momento, invertia a base conceitual dos princípios universais formulados 200 anos antes por outro homem chamado Isaac Newton. Qual era a mudança?

Diz-se que esse físico, chamado Albert Einstein, começou a se propor, na idade madura, perguntas que, sob aparências inocentes, a maioria das pessoas levavam como bagagem por toda a vida sem sequer as questionar.

Outra realidade

Pouco a pouco, foi descobrindo que as coisas não eram como aparentavam. Tempo e espaço não pareciam ser tão absolutos como se dizia até então, isto é, não possuíam uma medida definitiva, sem influências, mas variavam de acordo com a velocidade do corpo em movimento da qual participavam, se relativizando. 

Portanto, estavam intrinsecamente relacionados, não podiam mais ser tratados como dois elementos separados da maneira que se fazia até então. Para um corpo que se deslocava com velocidades próximas à da luz, o tempo parecia se atrasar com respeito a outro que se encontrava em aparente repouso. Outra mudança ocorria com a massa de um corpo, sob altas velocidades se fazia mais pesado.

Para resolver a questão, teve que se apartar dos fatos cotidianos que participavam estes conceitos, precisou libertar-se das limitações da experiência unidas ao mundo onde vivia, no qual os objetos se deslocavam a velocidades muito pequenas e um corpo atingindo a velocidade da luz não podia ser estudado em laboratório, por isso, teve que ''imaginar''.

Assim, ao deixar navegar sua mente, afastando de sua realidade, tratou de entendê-la, continuando a revolução antigeocentrista originada pelo astrônomo Nicolau Copérnico. 

A esta revolução se anexa o Fenômeno UFO 

A conduta da Ufologia também é um reativo que desperta propostas muito profundas, para as quais é necessário separarmos com maior veemência de nossas circunstâncias habituais, isto é, se fenômenos físicos aparentemente estáveis - um automóvel percorrendo determinado caminho não muda de forma - modificam sua natureza em outro contexto - à velocidade da luz aumentaria seu peso -, quanto a fenômenos sociais, como valores, normas ou idéias sobre nosso mundo, tão vulneráveis e diversos, é impensável quanto teríamos que nos distanciar deles para tratar de compreender uma inteligência não humana. 

Esta é a ponte que permite estabelecer conexão entre as conclusões de Einstein e o Fenômeno UFO: se este físico ensinou quão relativos podem ser conceitos ficticiamente rígidos como tempo e espaço, conceitos como política, religião, maldade, bondade, contato, serviriam para descrever outra classe de pensamento? Seus firmes significados se moldariam a outra classe de existência ou se relativizariam? 

A segunda opção parece a mais interessante, e isso fica evidente nas muitas vezes em que se cai no erro de fazer "caso omisso" aos parâmetros terrestres, e se extrapolam ou projetam ao resto do universo como ditames absolutos. 

"A radioastronomía diz que não captou nenhum sinal radial proveniente de uma inteligência extraterrestre, isso confirma que eles não estão aqui''. Que não empreguem a forma de comunicação convencionalmente aceitada pela ciência, implica que não se comunicam? 

''Se os UFOs existem, por que não aparecem?" Que não se façam presentes através do ideal de aparecimento em massa que muitos pretendem, quer dizer que não estão aqui?

"A deslocação dos UFOs na própria atmosfera, supera em demasia as velocidades orbitais próprias de satélites e naves espaciais, isto é indizível para a física atmosférica''. Nossa interpretação do universo é a única? Os dados se desqualificam pela incompleta informação do universo? 

Os limites da percepção

Einstein provocou grandes reações em sua época, muitos cientistas não aceitaram sua teoria porque não parecia ser inteligível, ou seja, não podia ser captada pela razão, era algo ''inimaginável'', os novos significados de espaço e tempo não podiam ser percebidos de imediato pelos sentidos.

Nós, seres humanos, conhecemos nosso meio de vida através de nossa sensibilidade física, mas ela mesma nos impõe restrições, só percebemos a porção do universo que nosso campo sensorial nos permite captar, e isto tem conseqüências no tratamento e credibilidade dos dados quando se trata de verificar uma hipótese. 

Uma primeira conseqüência de nossas limitações sensoriais é o requisito científico da relação direta e de controle com nosso objeto de estudo, mas pelo comportamento espontâneo, imprevisível e intencional dos UFOs, se obstaculiza qualquer aproximação experimental, nosso controle se vê impedido e desembocando em uma relação indireta, mediada pela confiança no depoimento das testemunhas. 

Se a isso somarmos que os relatos são puramente orais, não é de estranhar porque parecem desacreditar perante o olho cético: se não é uma fraude, é uma confusão, mas se a testemunha é honesta e rigorosa, o que presenciou é uma alucinação.

O anteriormente citado é o preâmbulo da outra exigência científica e do sentido comum quanto à demonstração de uma idéia: a evidência física, que está intimamente unida a desestimação do indemonstrável, ao papel secundário ou excluído que lhe tocam ao outro tipo de sensações (imaginação, emoções, intuição), mas isto mereceria todo um capítulo à parte.

A força da imaginação

Einstein não só iluminou a física, pronunciou princípios, como também incluiu à filosofia da ciência novos procedimentos e explicações. Consciente de que algumas premissas não podiam se aplicar de modo lógico a experimentos, instaurou os símbolos matemáticos como base de sua ciência e foi deixando de lado a experimentação como único critério válido.

No entanto, tal era seu gênio que se deu conta dos limites de seu próprio método. Escreveu que "tão longe estão as leis das matemáticas da realidade, que elas não são certas, tão longe estão de ser certas que não se referem à realidade''. O matemático Kurt Gödel também percebeu isso (a inconsistência da consistência), em seu teorema da incompletude.

Agora que havia dado conta que o modelo mais ''exato'' e imparcial criado pelo homem para entender seu mundo (matemáticas) não é totalmente exato e deixa filtrar as subjetividades, qual foi a prova contundente que o convenceu de sua hipótese? 

Talvez a resposta esteja em uma de suas frases, como ''A imaginação é mais importante que o conhecimento''. Pecaríamos se disséssemos que se guiou por uma espécie de sentimento interior, de uma intuição? 

Há ocasiões em que a razão precisa ajustar à algum princípio subjetivo para satisfazer suas demandas, não podemos esquecer que teorias como a estrutura do átomo ou o desenho do radar, entre outras, além da investigação prévia, nasceram da confiança intuitiva das pessoas no que tinham sonhado enquanto dormiam. Estas verdades não precisaram de nenhuma evidência física quando se engendraram. 

Portanto, a carência de provas não são suficientes como parâmetros de verdade para anular ou desqualificar ao fenômeno UFO, afinal ''a ausência de evidência, não é evidência de ausência''. Em conclusão, se Einstein provou o que ninguém podia crer, não é errôneo crer no que não podemos demonstrar. 

Sabemos que parte da fenomenologia ufológica não reage ante os requerimentos humanos, não se faz entendível, mas sim evidenciável, respeita a tolerância de nossos sentidos. Com certa prudência, deixa-se ver, fotografar, filmar, captar por radares etc.

Mas há outra porção de manifestações que não se acomoda às impressões mentais que herdamos da vida cotidiana e, na linguagem habitual, não há conceitos que permitam explicar a vivência. São vagas aproximações, materializações, desmaterializações, ruptura de esquemas espaço-temporais, detenções e acelerações à velocidades inverossímeis, ''casualidades'', alterações perceptivas etc. 

É então que se desafiam as leis que governam nossos sentidos - provocando a surpresa, o absurdo, o insólito - e deixam como sentença um halo de grande estranheza. Este estado de inclassificabilidade aparente é o que põe em jogo ao que Einstein deu tanta importância, a valoração dessa parte construtivo-especulativa do pensamento, a imaginação.

Sem a primeira classe de manifestações, os UFOs perderiam a base de sua credibilidade, sem sua segunda classe de manifestação o fenômeno perderia sua beleza insondável, porque:

"A mais formosa coisa que podemos experimentar é o mistério.
Esta é a fonte de toda a arte e ciência verdadeiras...
O conhecimento da existência de algo que não podemos penetrar, provenientes das manifestações da mais profunda razão e a mais radiante beleza, que só são acessíveis a nossa razão nas mais elementares formas, este conhecimento e esta emoção são os que constituem a verdadeira atitude religiosa". (Albert Einstein)

Caso Karran, um clássico da ufologia brasileira



Um controvertido encontro de 3° grau com a equipe do extraterreno Karran modificou completamente a vida do casal Hermínio e Bianca Reis, um ex-pastor das Testemunhas de Jeová e uma dona-de-casa. Presenças obrigatórias em relatos e simpósios de ufologia, os dois contam, nesta entrevista exclusiva, os muitos obstáculos que tiveram de superar, desde as acusações de serem meros robôs teleguiados até os desconfortos da popularidade. Além disso, discorrem com naturalidade sobre a presença, já entre nós, de seres de outros planetas. Seus encontros com Karran são dos mais bem documentados da factualidade ufológica.

Um grupo de alunos, deitados no chão, aguarda as instruções de seus professores ou “guias”, que os conduzirão através das várias etapas do exercício de “saída consciente da matéria”.

Um novo tipo de culto? Não. Apenas um dos grupos orientados pelo casal de mineiros Hermínio e Bianca Reis, que se tornaram o caso mais controvertido de contato de 3º grau já ocorrido no Brasil, e que, baseados em ensinamentos de extraterrestres, ministram cursos sobre as práticas e técnicas da filosofia de vida extraterrestre – cursos esses que já contam com grande número de alunos, entusiasmados com as novas idéias, e que vêm causando polêmicas entre adeptos e céticos.

Parte de toda essa controvérsia advém da maneira sensacionalista com que o assunto foi tratado num programa de televisão, transmitido em rede nacional. A entrevista ocasionou, na época, diversas críticas por parte de pesquisadores, que julgaram insensato expor um assunto tão importante nas bases em que foi explorado naquele show .

Entretanto a presença do casal diante das câmeras provocou imediatamente uma discussão de caráter nacional com relação à questão discos voadores. As conferências do “casal do disco voador”, como são conhecidos, geram sempre grande entusiasmo do público, que se aglomera ao redor dos dois, bombardeando-os de perguntas e dúvidas.

Novamente, aqui, parte da controvérsia se faz evidenciar nas opiniões de alguns ufólogos, os quais acham injusto que duas pessoas reconhecidamente leigas no assunto sejam tomadas como especialistas nele.

A aventura de Hermínio e Bianca começou em 1976, numa noite de janeiro, quando viajavam em seu carro do Rio de Janeiro para Belo Horizonte. Era muito tarde e a visão de um “balão” luminoso no céu os fez parar – fato que aconteceu o seu “seqüestro” com carro e tudo para dentro da espaçonave. Já no disco, eles encontraram o alto e belo Karran, extraterrestre que se tornou amigo dos dois e, através deles, também uma “celebridade”.

Aquele foi o primeiro de uma série de quatro contatos ou encontros com Karran. O caso Hermínio e Bianca é um dos poucos em que os “seqüestrados” não perderam a lembrança do acontecido e ainda se envolveram tanto com os extraterrestres que outros contatos foram estabelecidos.

Digno de nota foi o terceiro deles, em que Hermínio tirou fotos da nave deixando o solo. Estas fotos, que mais mostram “jogos de formas de luz” do que propriamente a silhueta de um disco voador, foram exaustivamente estudadas em laboratórios pelo pesquisador de UFOs Alberto Francisco Carmo.

O resultado das revelações foi apresentado em março de 1979, no Primeiro Congresso Brasileiro de Ufologia, em São Paulo, que contou com a presença do papa da ufologia, o astrofísico americano Allen Hynek. Alberto Francisco conclui:”...ou estas fotos são autênticas, revelando parte de uma supra – realidade que não conhecemos, ou então o sr. Hermínio da Silva Reis é um amador genial...”

Na nossa opinião, o que mais incita à controvérsia no caso de Hermínio e Bianca é o fato deles insistirem na tese de que os extraterrestres são sempre bem intencionados, ou seja, todos os extraterrestres que nos visitam vêm com a missão pacífica de compreender-nos e ajudar-nos a penetrar numa etapa do desenvolvimento e conhecimento humanos.

O assunto ainda se tornou mais delicado quando Hermínio, ex-pastor das Testemunhas de Jeová, divulgou detalhes impressionantes sobre discussões de caráter teológico que mantivera com o extraterrestre, chegando a fazer profundas declarações sobre as origens da vida na Terra.

Em geral, os pesquisadores divergem em suas opiniões sobre Hermínio e Bianca. Alguns preferem não discutir o assunto, temendo o risco da controvérsia e da especulação; outros admitem a veracidade do “seqüestro”, mas preferem manter-se à distância quando são chamados a testemunhar; outros, ainda, chegam às fronteiras da paranóia, afirmando terem os dois se tornado verdadeiros robôs, manipulados pelos extraterrestres, cujo único propósito é o de dominar o mundo.

ENTREVISTA

Apenas uma coisa é certa: apesar das diferentes reações de leigos e especialistas a respeito desse caso, o “casal do disco voador” continua sua caminhada, procurando, através dos ensinamentos dos extraterrestres, levar as pessoas ao maior conhecimento de si mesmas e do mundo em que vivem.

Sabe-se que vocês participam de todos os congressos de ufologia, onde ouvem muitos cientistas e pesquisadores apresentarem diversos trabalhos. O que vocês acham dessas pesquisas?

Hermínio: Nos congressos, prestamos muita atenção aos trabalhos de todos os pesquisadores. Isso nos abre perspectivas amplas sobre o assunto, inclusive a respeito de nosso trabalho. Os pesquisadores estão fazendo o seu trabalho, como nós estamos fazendo o nosso.Porém, eu e Bianca tivemos uma experiência física. Estivemos dentro de uma máquina; conversamos com gente de carne e osso como nós. Nessa ocasião, não só ouvimos muito como perguntamos muita coisa. Há outras pessoas como nós, que podem falar sobre o assunto e deveriam participar dos congressos mas não participam. Alguns pesquisadores ainda têm muitas dúvidas sobre a existência dos discos voadores. Uma pessoa que participa de um congresso de ufologia para expor trabalhos sobre o assunto Deve ter certeza de que eles existem. Certeza daquilo que está falando. Nesses congressos, onde você deveria ouvir e aprender sobre UFOs, as pessoas saem com medo deles. E isso não é positivo.

De acordo com as conclusões do congresso de ufologia de Brasília, pôde-se perceber que há, de certa forma, dois tipos de pesquisador: o clássico, que cataloga depoimentos, e os anticlássicos ou místicos como James Hurtak que associam a ufologia à arqueologia, ocultismo e ao próprio inconsciente humano. O que vocês acham desses dois tipos de pesquisa?

Hermínio: Acho que são válidos desde que representem o fato como ele se deu e não na a sua opinião sobre o assunto. A propósito, essa ligação misticismo/discos voadores não é correta. Eu mesmo já fui um místico até o dia em que tive contato direto com o fato; então passei a observá-lo como ciência, não como religião.

Muitos pesquisadores dizem que o caso de vocês é um tanto controvertido e que vocês até hoje não apresentaram “provas” ou “mostras” de que a experiência aconteceu realmente. Como vocês respondem a isso?

Bianca: Mas o que seria uma “prova convincente” para os pesquisadores?

Um pedaço de papel? Um pedaço de tecido da roupa de Karran? Alguns pesquisadores ficariam satisfeitos; outros, não. O que seria uma prova para alguns não seria para outros. Karran nos autorizou a tirar fotos que comprovam que estivemos com extraterrestres. Fotos que foram testadas cientificamente comprovando as diferenças com as coisas daqui. Para muitos ainda não foi o suficiente. Agora, o que é uma prova? Então eles diriam: trazer Karran pessoalmente. Mas esta é uma prova que satisfaz às pessoas individualmente. Outras não acreditarão em você. Agora eu coloco uma pergunta: e se agora eu trouxesse Karran até aqui? Talvez as pessoas dissessem que ele era muito humano para ser de outro planeta. Elas não vão acreditar que ele é extraterrestre, pois a grande maioria acha que, para eles serem de outros planetas, devem necessariamente ser diferentes. E existem muitas pessoas de outros planetas iguais a nós. Portanto, isso não seria uma prova.

Vocês contaram tudo o que sabem aos pesquisadores?

Bianca: Na medida do possível, sim.

O que você quer dizer com “na medida do possível ”?

Bianca: Eles nos pediram para não divulgar certos fatos e nós mesmos achamos que certas coisas não deveriam ser mencionadas em público.

Há pesquisadores que acham que vocês estão sendo usados por Karran e seu povo, e que, desde o primeiro contato, vocês se tornaram robôs, apesar de crerem estar agindo de própria vontade. Como vocês encaram essas afirmações?

Bianca:Acho que robôs todos nós somos. Uns usados de uma forma, outros de outra. Não sou manipulada por eles. Quando Karran diz alguma coisa, ele explica e te convence a lutar por aquilo que está dizendo. Da mesma maneira que uma pessoa luta por uma religião,por uma ciência, um ideal político ou qualquer outra coisa. Se as pessoas acham que somos robôs, elas devem pensar melhor e ver que existe um monte de robôs por aí – alguns manipulados pelo poder, pelo dinheiro, ou até pelo sexo.

Sabemos que após o contato direto, Bianca, você também passou a funcionar como um tipo de receptor e que Karran fala com você quando esta próximo da Terra. O que foi feito dentro do disco para tornar isso possível?

Bianca:Lá dentro, através de um aparelho dele (bem entendido que não foi implantado nenhum aparelho em mim), Karran registrou ondas mentais provenientes do meu cérebro – ondas mentais que todos emitimos, mas que não conhecemos ainda. Através dessas ondas eles se comunicam, ampliando-as, e elas são transmitidas para mim.São ondas minhas. São freqüências mentais minhas. Por isso eu compreendo e me comunico com eles assim. Conversando normalmente, já estou emitindo freqüências que chegam até os aparelhos, e eles estando com as máquinas ligadas, imediatamente recebem as minhas ondas também.

Antes da experiência, você apresentava algum sintoma de paranormalidade ou sensitividade?

Bianca: Não. Nunca prestei atenção nisso. Pode ser até que tivesse.

Vocês conheceram outros extraterrestres além de Karran?

Bianca: Sim.

Hermínio: No mês de janeiro de 1977, quando Karran veio pela segunda vez, ficamos conhecendo uma pessoa que estava vivendo aqui no Brasil e que nos encontrou e nos levou até Karran e vice-versa. Essa pessoa chamava-se Zir.

Qual era a aparência física de Zir?

Hermínio: Primeiramente, suponhamos que eu tomasse Zir como uma prova. Se eu chegasse até alguém e dissesse que Zir era de outro planeta, as pessoas não acreditariam, porque ele é igual a qualquer pessoa. Visualmente, Zir não dá provas de ser um habitante de outro planeta. Apenas em circunstancias especiais, que ele nos mostrou, pudemos notar que a circulação sanguínea dele não é do mesmo tipo que a nossa. Por exemplo, nossas veias são dispostas em sentido vertical, as dele são em sentido circular.

As de Karran também?

Hermínio: Não. Zir era diferente de Karran.

Então Zir não vem do mesmo planeta que Karran?

Hermínio: Não. Apenas serviu de intérprete naquele momento.

Então Zir morava na Terra?

Hermínio: Zir estava trabalhando aqui. Mas voltando à particularidade da circulação sanguínea ser diferente – fato que é quase imperceptível, pois só pudemos notar isso bem de perto com lanternas deles -, Zir também nos disse que tinha dois corações e que, antes de vir para cá, fora adaptado para viver aqui. Durante a noite, Zir usava filtros no nariz para manter-se em equilíbrio com nosso tipo de respiração.

Zir tinha uma profissão aqui?

Hermínio: Ele trabalhava no campo. Era um lavrador e se vestia como tal. Em suas mãos havia até calos. Usava roupas simples e pretas, feitas de tecido nosso.

Zir ainda vive na Terra?

Hermínio: Pelo que me consta, não. Ele estava doente naquela época. Sofrera um acidente e disse que ia embora.

Você disse que ele serviu de intérprete?

Hermínio: Karran falava seu próprio idioma e Zir ouvia e traduzia para nós em português.

Dentro do disco, esse processo foi feito através de uma máquina, certo?

Hermínio: Sim, por máquinas. Mas Bianca informou que Karran está aprendendo português. Só que, nessa segunda vez, Karran ainda não falava português.

Quer dizer que há realmente extraterrestres morando na Terra?

Hermínio: Sim. Karran nos disse que existem extraterrestres vivendo aqui, assim como há seres humanos da Terra vivendo no planeta de Karran.

Qual é a missão dos extraterrestres entre nós?

Hermínio: Karran nos disse que, por motivo de um acidente no planeta Terra nosso cérebro ficou bastante avariado, bloqueado. Por isso, eles resolveram acompanhar nosso desenvolvimento mental através dos tempos.

Vocês sabem se algum outro acidente irá ocorrer?

Hermínio: Sim. Mas Karran explicou que será um acidente necessário, porque nosso planeta precisa voltar à sua posição original. Retornando á situação inicial, então as coisas irão melhorar. Naturalmente, tudo voltará ao normal, inclusive os sobreviventes serão bem diferentes do ser humano atual. Não haverá bloqueios e eles usarão seus cérebros na totalidade.

Descrição do interior da nave. Vê-se a “máquina tradutora” e os capacetes ligados ao casal, para conversações com tradução imediata.

Esse outro acidente será natural ou provocado pelo homem?

Hermínio: Karran me disse que inicialmente esse acidente foi provocado por uma grande descarga de energia solar. Naturalmente, esse retorno do planeta ao seu eixo também será provocado pelo Sol. Mas ele poderá ser apressado pelo homem.

Quando vai ocorrer esse acidente?

Hermínio: Karran me disse que está bem perto. Bem perto mesmo.

Embora não sejam místicos, vocês normalmente não têm diferenças ideológicas com os místicos como os rosacruzes,os teosofistas. Mas essa notícia do acidente que para muitos corresponde à idéia do Apocalipse, não seria um assunto dentro das fronteiras da mística?

Bianca: Pode até ser. Mas quando ele falou do acidente para nós, falou com a mesma naturalidade com que nós estamos falando tudo à você. Ele não contou coisas misteriosas, secretas.

Hermínio: A propósito, esse retorno ao eixo da Terra não significa um castigo, ou que Deus irá salvar os bons e destruir os maus. O mar, quando retomar sua posição inicial, atingirá tanto bons quanto maus. Para os extraterrestres, todos somos iguais.

Hermínio, você era pastor de uma religião cujos adeptos são normalmente considerados fanáticos. Quando você discutiu assuntos de natureza religiosa com Karran, o que foi que ele falou sobre Jesus Cristo e as idéias existentes na Bíblia?

Hermínio: A palavra pastor não era usada naquela época. Eu era um ministro de Deus e fui atuante como chefe de uma congregação por doze anos. Eu pregava, mas isso não quer dizer que eu era uma pessoa de grande importância na religião.

Na época em que se deu esse contato – 12 de janeiro de 1976, na estrada Matias Barbosa – eu já tinha me afastado me afastado do meu ministério por razões puramente particulares, e não por causa do assunto “disco voador”. Esse assunto me afastou ainda mais da religião e não da Bíblia.

Desde então, venho descobrindo muitas evidências na Bíblia sobre a existência de extraterrestres aqui na Terra. Posso dizer que hoje leio muito mais a Bíblia do que antes, e que aprendi muito mais a respeito de Deus do que antes.

O deus de Karran é o mesmo em que nós acreditamos?

Hermínio: Sim, mas o deus de Karran não é o deus pregado pelas religiões. Esse Deus que nós conhecemos não existe. Karran disse que Deus ama todos nós sem distinção. Que o Criador não necessita de nós como servos, e sim como filhos. Assim, eu, de escravo de Deus passei a ser filho de meu Pai. E meu Pai é um homem rico, não é pobre.

Ele é dono de tudo, de todas as coisas que recebemos; e Deus não cobra nada por aquilo que Ele nos dá.

Como você vê hoje a figura de Jesus Cristo?

Hermínio: Quando conversei com Karran sobre a Bíblia, ele falou de um Pai Criador. Então perguntei se na terra dele havia muitas leis, como havia aqui na Terra. Ele me disse que na sua terra eles também receberam as mesmas leis que foram dadas a nós por aquele que conhecemos por Jesus Cristo, mas que não o conheciam por esse nome, “Não o conheço assim”, disse-me ele.

Então, ele completou dizendo trechos dessa lei:

“Amar ao próximo é amar ao Criador”; “Toda vez que tocarmos nosso próximo, é como se estivéssemos tocando em nós mesmos”; e: “Toda vez que ofendermos o próximo estaremos ofendendo a nós mesmos”.

Estas são as leis que eles conhecem. E é por isso que não concordo com pesquisadores que falam de tripulantes de disco voador violentos, agressivos, que falam de guerras em outros planetas. Chegam a dizer que Karran era um “bandoleiro do espaço”. Se você algum dia fizer contato com extraterrestres, verá que são pessoas bondosas, dedicadas, e raramente existe um registro nosso mostrando que o extraterrestre foi agressivo. Normalmente, nós é que agredimos primeiro.
Existem casos documentados – um exemplo clássico é o de Villas-Boas – da existência de cruzamentos (até forçados) entre terrestres e extraterrestres. Isto não seria uma evidência de uma conduta agressiva em relação aos homens?

Hermínio: Não. O que ocorreu com o dr. Villas-Boas foi um tipo de experiência científica.

Todos os extraterrestres são bons? Têm intenções boas em relação a nós?

Bianca: Sim. Por exemplo, suponhamos que eles fossem maus, que tivessem a intenção de tomar nosso planeta. Ora, diante da tecnologia que têm, da capacidade mental que têm, se eles fossem pessoas más, já teriam feito o mal há muito tempo. Então, eu não acredito que sejam maus, porque até hoje não invadiram nosso planeta.

Sabe-se que muitas pessoas foram queimadas, sofreram choques emocionais, psicológicos, e perderam a capacidade de trabalhar, sem contar os casos de pessoas que foram forçadas ao relacionamento sexual. Vocês acham que esse seria um comportamento de pessoas que querem o bem dos seres humanos?

Bianca: Ainda hoje estive discutindo com a pesquisadora – d.Irene Granchi – a respeito de pessoas que ficaram impossibilitadas de trabalhar por problemas mentais, etc. Mas acontece que pessoas sofrem dessa maneira a ponto de ficarem impossibilitadas atuar aqui na Terra só porque viram ou entraram num disco, se levassem um tombo também ficariam loucas. Se houvesse qualquer tipo de acidente, ela ficaria afetada como ficou diante de um disco voador, porque fisicamente ela já não estaria bem.

Então Karran não mencionou a existência de extraterrestres com intenções ruins a nosso respeito?

Bianca: Não. Apenas existem maneiras diferentes de ação dos extraterrestres. Alguns são muito precavidos. Se eles estão parados e a pessoa vai na direção deles, eles paralisam a pessoa mesmo.Só então podemos ver isso como uma agressão. Mas eu pergunto: se nós estivéssemos no lugar deles, não faríamos a mesmíssima coisa? Você sabe que nós não somos “bonzinhos” coisa nenhuma. Pela quantidade de crimes que existe em nosso planeta...

Karran verificou com vocês o caso de um extraterrestre que foi preso pelo FBI nos Estados Unidos, em 1953 ou 1954?

Bianca: Karran mencionou até o lugar – Ohio – e completou dizendo que não foi uma nave só que caiu, e sim duas; e que na ocasião, após o acidente, alguns tripulantes já estavam mortos, havendo somente um com vida. Os extraterrestres da terra do sobrevivente viriam apanhá-lo. Só que, quando chegaram, essa pessoa já fora levada. Então, a nave que veio buscar o tripulante destruiu apenas os restos dos discos que sofreram o acidente. Ele ainda me disse que aqui na Terra há corpos de pessoas de outros planetas. Só que não sei onde estão.

Por que vocês nunca escreveram um livro sobre os contatos que tiveram?

Hermínio: Porque realmente o assunto do livro é tão controvertido quanto o assunto “disco voador”. Você tem nos acompanhado e sabe que, até o presente momento, o esboço original não está em nossas mãos. Está em mãos de outras pessoas. À medida que novos contatos vão acontecendo e nossas opiniões vão se consolidando sobre as coisas que já conhecemos, com informações mais exatas, estamos pensando em colocar esses quatro encontros em um livro só, com fotografias obtidas no terceiro contato.

Além disso, desde o primeiro encontro em que ele nos falou do acidente que nos bloqueou o cérebro, existia também eu - Hermínio. Minha religião não admite a existência de um espírito dentro de nós, algo que sobrevivesse à perda da matéria. Conversei sobre isto com Karran e ele me disse que não falava comigo – matéria, porque eu como matéria não poderia falar nada com ele sem a minha real presença.

Então ele nos ensinou uma técnica para sairmos conscientemente de nossa matéria, para provar-me que eu não era apenas matéria como nós pensávamos.

Em que encontro ele ensinou isso?

Hermínio: Desde o primeiro encontro ele falou sobre isso. E nos encontros seguintes, Bianca foi quem mais trabalhou essa técnica, porque eu tinha que viajar e ela podia ficar em casa, fazendo o exercício. Com isso, ela conseguiu resultados muito mais rápidos do que eu.

E qual é a finalidade de sair do corpo?

Hermínio: Não. Sair do corpo, muita gente faz. O problema é sair da sua matéria consciente.Preparar sua matéria para uma saída consciente e um retorno consciente, ou eliminando o bloqueio existente em nosso cérebro. Mas os exercícios não terminam com a saída e o retorno consciente da matéria; eles têm que continuar a ser praticados fora da matéria em grupo.

Há alguma outra finalidade além dessa? Qual a utilidade dessa técnica?

Hermínio: Não sei se vou ser bem explícito, mas o que eu tenho a dizer é que além de você sair do corpo, de provar a si mesmo que você existe,você estimula um tipo de glândula da cabeça que, através de exercícios com o nervo ótico, é irrigada, fazendo com que ela funcione, porque antes ela foi atrofiada.

Através desse exercício, você vai usar uma parte do cérebro que nós não usamos e não estamos habituados a usar. É justamente aquela área do cérebro que está bloqueada.

Segundo Karran, não existe mais motivo para esse bloqueio, porque as matérias que estão nascendo agora são boas – sem defeito. Nós apenas não estamos usando toda a nossa capacidade mental porque nos esquecemos de como usá-la. A técnica de trabalhar esse lado da mente também nos foi ensinada e ela nos favorece as lembranças anteriores.

Após seus contatos com Karran, confirmou-se para você a idéia de que reencarnação existe?

Hermínio: Não segundo uma doutrina, e sim como uma técnica. Não quero usar essa palavra “reencarnação”; prefiro “troca de matéria”. Não quero usar um termo que possa causar uma questão mística. Você retorna novamente à matéria, porque você foi feito para usar matéria. É uma lei natural feita pelo Criador. Existe uma semelhança com aquilo que chamamos reencarnação para pagar um carma, para pagar pecados, e por aí afora.

O que Karran nos disse não foi isso. Você volta por uma causa natural das coisas, não para pagar algo que está devendo.

VIDEO CASO KARRAN:


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Bebê de dois meses que fala surpreende camponeses na Nicarágua


Um bebê de dois meses deixou seus pais espantados quando, depois de tomar leite, pronunciou as primeiras palavras em uma comunidade camponesa da Nicarágua, revelou a imprensa nesta quarta-feira.
"A primeira palavra que falou foi para mim; disse mamãe", relatou Isabel Mendoza ao El Nuevo Diario.
"As palavras que disse foram mamãe, papai, 'pipe' (menino)", afirmou a mulher.
O pai, Antony Huete, contou que seu filho, que possui o mesmo nome dele, pediu-lhe uma vez "água, água".
A avó materna do menino, Rosa Álvarez, contou que no início não dava crédito a esta história, até que ouviu o bebê dizer "água".
"Pediu água ao pai", relatou.
O caso insólito ocorreu na comunidade de El Palmar, no município costeiro de Tola, departamento de Rivas, perto da fronteira com a Costa Rica.
O jornal afirmou que alguns moradores temem que isto seja um sinal de que o fim do mundo se aproxima.
"Estou um pouco confusa, porque o pastor diz que é normal, mas eu digo que é um sinal do fim dos tempos", afirmou Enriqueta Mendoza, uma das vizinhas do casal.
"É algo inacreditável, assombroso, nunca visto", expressou, por sua vez, José del Carmen Pérez, que afirmou que o bebê se comporta de modo estranho e "olha feio para as pessoas".
"A Bíblia fala que nos últimos tempos veríamos coisas que jamais acreditaríamos", disse o pastor evangélico da aldeia, Saúl Gutiérrez.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Cintura de Kuiper

cintura de Kuiper abrange uma região do Sistema Solar que vai desde a órbita de Neptuno, aproximadamente 30 UA do Sol, até a uma distância de 50 UA. Os corpos que aí existem são chamados de objectos transneptunianos.
O nome “Kuiper” vem do astrónomo holandês (posteriormente naturalizado norte-americano) Gerard Kuiper. Este astrónomo colocou a hipótese de existir uma cintura de corpos celestes para além da órbita de Neptuno. Essa hipótese veio a confirmar-se já depois do astrónomo ter falecido.
O primeiro objecto da cintura de Kuiper (para além do então planeta Plutão e seu satélite Caronte), foi descoberto em 1992 sendo designado por 1992 QB1, possuindo cerca de 300 km de diâmetro. Desde essa data muitos foram os objectos descobertos. Acredita-se que nesse vasta região, existam várias dezenas de milhares de objectos com diâmetro superior a 100 km. Entre esses existem 4 planetas anões, chamadosplutóides por se situarem para além da órbita de Neptuno: PlutãoHaumeaMakemake eÉris. Sendo que Éris não está na cintura de Kuiper propriamente dita, mas sim numa região chamada de disco disperso que entra parcialmente na região da cintura de Kuiper mas vai muito para além desta.
cintura de KuiperPossivelmente esta lista de plutóides não ficará por aqui dada a abundância de objectos de dimensões consideráveis que orbitam nessa região. OrcoQuaoarIxionVaruna e 2002 AW197 que se situam na cintura de Kuiper, Sedna e 2002 TC302 que se situam no disco disperso, são exemplos de candidatos a plutóides.
Um grande número de cometas de curto período também tem origem na cintura de Kuiper.
Uma característica muito importante acerca dos corpos de orbitam na cintura de Kuiper é o facto de eles não terem sofrido quase nenhuma alteração desde o início do Sistema Solar. Assim o estudo desta região pode nos facultar pistas muito importantes sobre como era o Sistema Solar no início, há uns 4,6 mil milhões de anos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Una canción de mi ser interno




Sinais de Luz

Aceitar a existência,
Melhorando a nós mesmos;

Cumprir a obrigação
Que o momento nos mostra;

Trabalhar e servir
Sem reclamar louvores;

Receber agressões
Desculpando-as sem queixas;

Nunca desanimar
Na prática do bem;

Eis alguns sinais
Da presença de Deus.
Francisco Cândido Xavier