quarta-feira, 29 de junho de 2011

Suicídio dos signos


para-gargalhar-016Áries: gosta de mortes violentas. Ou se mata pulando de uma moto em alta velocidade ou morre pulando de para-quedas sem puxar a cordinha.
Touro: mata-se com veneno na comida (efeito depois de duas horas) ou com muitos remédios para dormir; conforto até na morte.
Gêmeos: mata-se cortando a língua, em um quarto escuro sem internet, telefone ou qualquer meio de comunicação, morte triste.
Câncer: suicida-se se enforcando e com um bilhete colado na mão dizendo: “a culpa foi sua!”. Câncer adora culpar alguém.
Leão: toma um veneno na noite de Natal, cinco minutos antes da ceia para causar frisson. Leão gosta de fins dramáticos e inesquecíveis!
Virgem: não consegue se suicidar. Ele fica tanto tempo planejando os detalhes, que quando percebeu, a vida já passou e ele morreu naturalmente.
Libra: fica super indeciso. Ou liga o gás e morre ou corta os pulsos. Por fim, decide contratar alguém para matá-lo com um tiro.
Escorpião: faz amor com a pessoa odiada, fica com as impressões digitais dela, mata-se com facadas e de luvas. Morre, mas, ferra quem odeia!
Sagitário: toma quinze calmantes tarja preta e pula de asa-delta. Morre de modo esportivo e aventureiro.
Capricórnio: tiro nas bolas! Porém, antes deixa todas as contas pagas, o testamento pronto, vestido com um bom terno. Capricórnio é responsável!
Aquário: como é moderno, mata-se no Orkut, no Twitter, no Facebook e se muda para a Patagônia. Suicídio social, colega! Tendência.
Peixes: bebe muito, sai pelado na rua e tenta ser atropelado, mas, como é azarado quebra as pernas e dá trabalho para toda a família. Eita signo!

Tomografia de raios X enxerga blocos básicos da vida

Tomografia de raios X consegue enxergar blocos básicos da vida
A parte esquerda da imagem mostra uma fotografia da amostra, medindo aproximadamente 7 x 10 x 5 mm3. A parte estudada com a nova técnica é indicada pelo subvolume de 7 x 2 x 1 mm3. O resultado, um mapa 3D detalhado das ligações químicas, é visto como um corte 2-D através do subvolume, onde as diferentes cores representam as diferentes ligações químicas de carbono presentes na amostra. [Imagem: Simo Huotari]

Cientistas da Finlândia e da França desenvolveram uma nova técnica de luz síncrotron, usando raios X, que poderá revolucionar a análise química de materiais orgânicos.
Embora ainda não esteja pronta para ser usada em organismos vivos, a técnica já é adequada para analisar fósseis, meteoritos e outros materiais orgânicos não-vivos.
Raios duros e moles
A radiação síncrotron é frequentemente subdividida entre raios X duros e raios X moles.
Embora os raios X duros produzam excelentes mapas tridimensionais da estrutura interna das amostras, eles não são adequados para detectar os elementos mais leves da tabela periódica, incluindo o oxigênio e o carbono - isto os torna inadequados para observar qualquer coisa que tenha ou já possa ter tido vida.
Já os raios X moles conseguem detectar esses elementos, mas apenas na superfície das amostras, e não em seu interior, porque não são fortes o suficiente para penetrar profundamente no material.
Em qualquer dos casos, a imagem é gerada com base na absorção dos raios X pelo material da amostra. Múltiplas imagens são reconstruídas por computador para criar a imagem tridimensional.
A nova técnica supera esse dilema e permitirá, pela primeira vez, o mapeamento de estruturas orgânicas.
Química da vida
A vida, tal como a conhecemos, é baseada na química do carbono e do oxigênio.
A distribuição tridimensional da abundância desses elementos e suas ligações químicas é importante para os organismos vivos.
Mas, até hoje, não havia um método capaz de rastrear essas ligações quando estes elementos estão incorporados no interior de outros materiais.
É o caso das chamadas inclusões fluidas, minúsculos depósitos de água, ou outros compostos químicos, dentro de amostras de rochas de Marte ou da Lua, ou minerais e compostos químicos dentro de meteoritos, ou mesmo fósseis incorporados dentro de uma rocha vulcânica.
A tomografia de raios-X, que é amplamente utilizada na medicina e na ciência dos materiais, é sensível ao formato e à textura de uma determinada amostra, mas não consegue revelar os estados químicos em escala macroscópica.
Por exemplo, o grafite e o diamante são ambos constituídos por carbono puro, diferindo apenas na ligação química entre os átomos de carbono. E isso é suficiente para que suas propriedades sejam tão radicalmente diferentes.
Mas fazer uma imagem dessas ligações tem-se mostrado um desafio difícil de superar - algo que seria muito útil para quase todas as áreas de pesquisa, incluindo física, química, geologia e biologia.
Tomografia de raios X consegue enxergar blocos básicos da vida
Diamantes, água e ar: todos contêm carbono e oxigênio mas, até agora, era impossível distinguir entre as diferentes ligações químicas que formam materiais tão diferentes. [Imagem: Simo Huotari]
Síncrotron em elementos leves
Agora, uma equipe de cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, e do ESRF (European Synchrotron Radiation Facility), na França, desenvolveu uma nova técnica que é apropriada exatamente para esta finalidade.
O grupo usou raios X extremamente brilhantes de uma fonte de luz síncrotron para gerar imagens da distribuição das ligações químicas de diferentes formas de carbono no interior de um material opaco, algo até hoje tido como impossível de se fazer sem destruir a amostra.
Em vez de se basear na transmissão dos raios X, como nas técnicas tradicionais, os pesquisadores usaram uma técnica conhecida como espalhamento inelástico, na qual o que é detectado não é o próprio X que atravessa a amostra, mas a radiação dispersa pelo material.
As imagens são obtidas em "fatias", como na tomografia de raios X, mas dispensam o tratamento em computador para a reconstrução da imagem 3D: as fatias só precisam ser "empilhadas" para resultarem na imagem definitiva.
Tipos de carbono
"Nossa nova técnica pode não só ver quais elementos estão presentes em qualquer inclusão, mas também a que tipo de molécula ou cristal eles pertencem. Se a inclusão contém oxigênio, nós conseguimos dizer se o oxigênio pertence a uma molécula de água. Se ela contém carbono, nós podemos dizer se é grafite, diamante, ou alguma forma de carvão," prossegue Huotari. "Imagine encontrar minúsculas inclusões de água ou de diamante escondidas no interior de uma rocha marciana," disse Simo Huotari, coordenador do grupo.
"Agora eu gostaria de tentar isso em rochas de Marte ou da Lua," prossegue Huotari.
Ele contou que grupo testou a nova técnica em flores, mas todas morreram depois da análise. Contudo, afirmou ainda estar confiante em que, no futuro, a técnica possa ser aprimorada para uso em organismos vivos.

Espiritualidade e consciência


religiao-esoterismo-003Espiritualidade é um estado de consciência; não é doutrina, não! É o que se leva dentro do coração. É o discernimento em ação! É o amor em profusão. É a luz nas ideias e equilíbrio na senda. É o valor consciencial da alegria na jornada. É a valorização da vida e de todos os aprendizados. É mais do que só viver; é sentir a vida que pulsa em todas as coisas.
É respeitar a si mesmo, para respeitar o próximo e a natureza. É ter a plena noção de que nada acaba com a morte do corpo, pois, a consciência segue além, algures, na eternidade. É saber disso, com certeza, e não apenas crer nisso. É viver isso, com clareza, sem fraquejar na senda. É ser um presente para si mesmo, para os outros e para a própria vida.
Espiritualidade é o brilho nos olhos e a luz nas mãos. E isso não depende dessa ou daquela doutrina; depende apenas do próprio despertar espiritual; depende do discernimento consciencial se unir aos sentimentos legais, no equilíbrio das próprias energias, nos atos da vida.
Ah, espiritualidade é qualidade perene; não se perde nem se ganha, apenas é! É valor interno, que descerra o olhar para o infinito, para além dos sentidos convencionais. É janela espiritual que se abre dentro de si mesmo, para ver a luz que está em tudo! Espiritualidade é essa maravilha: o encontro consigo mesmo em paz.
Espiritualidade é ser feliz, mesmo que ninguém entenda o por quê. É quando você se alegra só pelo fato de estar vivo! É quando o seu chacra do coração se abre igual a uma rosa e você se sente possuído por um amor que não é condicionado à coisa alguma, mas. que ama tudo. É quando você nem sabe explicar porque ama; só sabe que ama.
Espiritualidade não depende de estar na Terra ou no Espaço; de estar solteiro ou casado; de pertencer a esse ou aquele lugar ou de crer nisso ou naquilo. É valor de consciência, alcançado por esforço próprio e faz o viver se tornar sadio. Espiritualidade é apenas isso: SER FELIZ! Ou, como ensinavam os sábios celtas de outrora, SER UM PRESENTE!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Tripulação evacuada da ISS por ameaça de lixo espacial


Os seis membros da tripulação da Estação Espacial Internacional foram forçados nesta terça-feira (28/06/2011) a deixar a Estação Espacial Internacional (ISS) e seguir para a nave Soyuz devido à proximidade de restos de lixo espacial, informou a agência Interfax, citando uma fonte espacial russa.
"Restos espaciais foram localizados muito tarde para que a Estação Espacial fizesse uma manobra para evitá-los. Os seis membros da tripulação receberam a ordem de subir a bordo da nave Soyuz", indicou a fonte.
Contactado pela AFP, o centro de controle russo de voos espaciais (TSOuP) não pôde, no momento, confirmar ou desmentir a informação.
Segundo a porta-voz do TSouP, quando a ISS se vê ameaça por restos de lixo espacial, a tripulação recebe ordem de ir a bordo das naves de resgate par poder fugir da Estação, caso seja necessário.
"Trata-se de um procedimento normal de evacuação, em caso de necessidade, e os astronautas têm instruções permanentes netes sentido", explicou.
Três russos, dois americanos e um japonês fazem parte atualmente a tripulação da ISS.

FONTE: AFP

Revelado novo mapa da espessura do gelo marinho do Ártico

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Arctic sea-ice thickness 2011
A espessura de gelo marinho do Ártico

O primeiro mapa de espessura dos gelos marinhos, resultante da missão da ESA CryoSat, foi revelado durante o evento Paris Air and Space Show. Estas novas informações irão contribuir para uma mudança na forma como interpretamos as complexas relações entre os gelos e o clima.

De uma altitude ligeiramente acima dos 700 km e atingindo as latitudes, sem precedentes, de 88º, o CryoSat passou os últimos sete meses a recolher medições precisas para o estudo das alterações na espessura dos gelos terrestres.
Já ficou demonstrado por dados de satélite que a extensão dos gelos marinhos no Ártico está a diminuir. Mais, a Primavera de 2011 apresenta o terceiro valor mais baixo para a extensão, alguma vez registado por satélites.
No entanto, para que se perceba por completo a forma como as alterações climáticas estão a afectar as frágeis regiões polares, é necessário determinar com exactidão em que medida está a mudar a espessura dos gelos.

ESA's ice mission
A missão de gelo da ESA
Para responder a esta questão, um grupo de cientistas encabeçado pelo investigador Duncan Wingham, do University College London, propos à ESA, em 1998, a missão CryoSat. A perda do CryoSat original, em 2005, como resultado da falha de um lançamento, tornou a espera maior do que seria normal.
O lançamento do satélite de substituição, em Abril de 2010, resultou nestes primeiros mapas de espessura do gelo. O que não deixa margem para dúvidas relativamente à forma como a missão CryoSat irá contribuir para o avanço da ciência polar.
Os resultados foram apresentados no festival aéreo Le Bourget, por Volker Liebig, director da ESA dos Programas de Observação da Terra, Duncan Wingham e René Forsberg, do Instituto Nacional do Espaço, da Universidade Técnica da Dinamarca.


CryoSat at Paris Air and Space Show
O CryoSat no Paris Ai rand Space Show
Wingham disse: « Uma nova missão é sempre arriscada. Há uma longa espera e uma expectativa relativamente aos resultados.
«O que é verdadeiramente interessante acerca destes resultados é que mostram não só que o hardware é de facto excelente – o que já sabíamos – mas também que é capaz de fornecer a informação científica de que necessitamos.
«É uma vitória para as equipas da ESA e da UCL, que trabalharam afincadamente no projecto e estou muito satisfeito com estes novos resultados.»
O CryoSat mede a altura dos gelos marinhos acima da linha de água, conhecido como freeboard, para calcular a espessura. Os valores utilizados na construção deste primeiro mapa do Ártico foram obtidos a partir de medições efectuadas entre Janeiro e Fevereiro de 2011, justamente quando os gelos atingem o seu máximo anual.
Os dados são excepcionalmente detalhados, acima mesmo das especificações de projecto. Chegam a mostrar marcas no Ártico central que reflectem a resposta dos gelos ao vento.


Antarctic ice sheet
Lençóis de gelo do Antártico
Liebig disse: «Este excelente resultado chega apenas um ano após o lançamento. É mais um passo importante no sentido de atingirmos um dos principais objectivos da missão, nomeadamente entender de que forma o gelo marinho do Ártico está a diminuir de espessura, como resultado de um clima que está a mudar.»
Apesar disso, já ficou demonstrada a cobertura extra que o CryoSat oferece, próximo dos pólos: partes da Antártida podem ser vistas pela primeira vez, a partir do espaço.
Além disso, as sofisticadas técnicas de radar do CryoSat permitem monitorizar com detalhe a espessura do gelo na junção entre os lençóis de gelo e o oceano. Isto é muito importante, já que é nesta região que estão a ocorrer as alterações.
«É muito bom ver estes importantes resultados,» disse Richard Francis, da ESA, que foi o gestor de projecto do CryoSat-2 durante a fase de desenvolvimento.


A órbita do CryoSat atinge latitudes de 88º

«Demorou cerca de dez anos a converter a proposta inicial em realidade: dez anos de trabalho e dedicação de um núcleo duro de menos de uma centena de pessoas, apoiadas pontualmente por algumas centenas de peritos.»
O Responsável da ESA, da missão CryoSat, Tommaso Parrinello, acrescentou, «Estes primeiros resultados entusiasmam-nos bastante, já que começamos a ver a concretização do potencial da missão.»
«Os próximos meses serão dedicados a completar o mapa, de forma a percebermos ainda melhor de que forma estão a mudar os gelos polares.»

Asteroide recém-descoberto raspa a Terra nesta segunda-feira


Um asteroide recém-descoberto e medindo cerca de 12 metros passou raspando pela Terra na nesta segunda-feira, 27/06/2011. A aproximação da rocha foi acompanhada por observadores situados na Oceania e leste da Ásia e segundo as simulações orbitais não hávia risco de colisão com nosso planeta.
Batizado 2011 MD, o asteroide foi descoberto em junho de 2011 por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussets, MIT, através do programa de monitoramento espacial LINEAR (Lincoln Near-Earth Research). De acordo com os cálculos de trajetória, o momento da máxima aproximação de 2011 MD foi previsto para as 11h30 pelo horário de Brasília, quando atingiu apenas 12 mil quilômetros de distância.
Apesar de ter sido uma passagem muito próxima, o risco de colisão estava descartado tanto agora como na próxima aproximação em 2022. Durante a passagem a atração gravitacional da Terra o arremessou (2011 MD) em direção ao espaço, mas mesmo se atingisse nosso planeta a rocha seria consumida em uma bola de fogo na alta atmosfera.
Esta não é a abordagem mais próxima de um asteroide. Em 7 de outubro de 2008 o asteróide 2008 TC3, de aproximadamente 4 metros de comprimento se chocou contra a atmosfera acima do nordeste da África. 2008 TC3 era um asteroide de pequenas dimensões e todos os fragmentos se evaporaram após a colisão. Segundo a Nasa, a energia liberada no momento do impacto foi equivalente à explosão de 1 tonelada de TNT.

No entanto, 2011 MD é o maior asteroide conhecido a chegar tão perto, apesar de diversos objetos semelhantes possivelmente cruzarem a órbita da Terra sem serem notados.

Estatísticas
Diariamente, a Terra é constantemente bombardeada por pequenos asteroides e outros detritos espaciais, criando uma espécie de garoa de meteoros, alguns deles muito brilhantes.
De acordo com cálculos feitos pelo astrônomo Bill Cooke, ligado à Nasa, bolas de fogo tão brilhantes quanto o planeta Vênus ocorrem mais de 100 vezes ao dia. Outras, mais brilhantes ainda e comparadas ao brilho da Lua crescente cruzam o céu pelo menos uma vez a cada dez dias. Segundo o astrônomo, existem ainda bolas de fogo extremamente grandes e brilhantes, com magnitude visual que pode chegar a -13 e que acontecem a cada cinco meses. Apenas para lembrar, magnitude negativa de -13 equivale ao brilho da Lua Cheia!

No entanto, nem sempre essas enormes bolas de fogo são vistas. A maioria delas, cerca de 70%, cruza o céu sobre áreas inabitadas ou sobre os oceanos. A metade ocorre durante o dia, praticamente imperceptíveis devido à presença do Sol. Outra grande parte também não é vista simplesmente porque ninguém está olhando o céu naquele momento.
Como você viu, uma grande bola de fogo não é tão difícil assim de se ver. Talvez o negócio seja fazer como a Michele: levar o cachorro pra passear e ficar olhando para cima. As chances de ver os grandes meteoros são bem maiores do que você pensava!


FONTE: APOLO11.COM